O Programa de Transição Energética (PTE) é um projeto liderado pelo Centro Brasileiro de Relações Internacionais (CEBRI) em parceria com BID, BNDES, Coppe (UFRJ), EPE, FIPE (USP) e MRTS (USP). Os resultados da segunda fase apresentam caminhos para atingir a neutralidade de emissões de gases de efeito estufa no Brasil até 2050. O presente site apresenta os três cenários do Programa, seus impactos macroeconômicos, levando em consideração também a factibilidade da penetração estimada de renováveis no setor elétrico e roadmaps de descarbonização dos principais setores em termos de emissões: energia, cidades, transporte, indústria e agropecuária, florestas e uso do solo (AFOLU).
Perguntas norteadoras
Qual é a trajetória de custo ótimo para o Brasil, considerando que o país cumpra sua NDC?
O sistema elétrico tem capacidade de absorver a maior e mais acelerada penetração de energia gerada por fontes renováveis?
As trajetórias de neutralidade de GEE em 2050 são compatíveis com o crescimento econômico e a geração de empregos?
Os planos e políticas públicas nacionais dedicados à transição energética em andamento hoje podem corroborar para a redução das desigualdades socioeconômicas regionais?
Propósito, escopo e princípios que orientam a transição energética brasileira no horizonte 2025–2050.
Conduzir a descarbonização com foco em competitividade, segurança de suprimento e inclusão, posicionando o Brasil como líder em cadeias de valor de baixo carbono.
Uma abordagem integrada entre diferentes setores para identificar trajetórias ótimas de descarbonização e tecnologias viáveis para cada, considerando os marcos regulatórios e investimentos necessários para tal. Esse processo foi sustentado por uma dinâmica colaborativa entre as instituições envolvidas e consultas participativas com stakeholders estratégicos — assegurando projeções consistentes com as tendências globais da transição energética.
Roadmaps com recomendações estratégicas estruturadas em três marcos temporais:
Foram utilizadas modelagens integradas das instituições Cenergia/COPPE/UFRJ, FIPE/USP e MRTS/ USP — com amplos processos de diálogo multissetorial
Cinco roadmaps coordenados, com ações, KPIs e políticas para cada etapa da transição.